A decisão não começa por uma marca, um preço isolado ou uma promessa de resultado. Começa por perceber o problema, confirmar se o tratamento é indicado e comparar alternativas para o caso concreto.
O que deve ser avaliado primeiro
Sangramento, tártaro, cárie, exposição radicular, hábitos e risco individual ajudam a definir a frequência adequada.
Como pode decorrer
A consulta pode combinar observação, remoção de depósitos e instruções adaptadas. A periodicidade não deve ser igual para todas as pessoas.
Perguntas e limites a esclarecer
Peça demonstração da técnica, indicação de produtos adequados e sinais que justificam avaliação periodontal ou dentária adicional.
- Que alternativas existem e o que acontece se adiar?
- Que exames são necessários e porquê?
- Quais são os riscos e cuidados posteriores?
- Que componentes estão ou não incluídos no orçamento?
