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Com que frequência fazer uma consulta dentária

Porque o intervalo depende do risco e que mudanças justificam antecipar uma visita.

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Porque o intervalo depende do risco e que mudanças justificam antecipar uma visita. O objetivo é organizar hábitos, perguntas e decisões, sem recomendar marcas, clínicas ou um tratamento individual.

Não existe intervalo universal

A frequência depende de cárie anterior, gengivas, tabaco, boca seca, aparelhos, doenças, idade e capacidade de higiene. Pessoas diferentes precisam de calendários diferentes.

O que a consulta previne

A revisão pode identificar alterações antes de provocarem sintomas, rever higiene, restaurações, gengivas e necessidade de exames justificados.

Caso do quotidiano

Alguém sem cárie há anos pode precisar de menos visitas do que uma pessoa com boca seca e lesões recentes. Copiar o intervalo de um familiar não é uma estratégia de risco.

Antecipar quando muda

Dor, inchaço, fratura, sangramento persistente, ferida ou alteração de cor não devem esperar pela revisão agendada. Contacte a clínica para triagem.

Combine e registe

Pergunte por que razão o intervalo foi recomendado e que sinais devem antecipá-lo. Um plano compreendido é mais fácil de cumprir.

Fontes de referência

Esta síntese usa como base o Programa Nacional de Promoção da Saúde Oral da DGS e a informação de saúde oral da Organização Mundial da Saúde. As recomendações individuais devem ser confirmadas com um profissional habilitado.

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